F Ildokerigma.com: 9ºCONCILIO VATICANO II
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Irmãos esse blog foi criado para vivenciarmos a cada dia ou a cada acesso uma visão de deus em nossas vidas e em nosso coração, por que kerygma ? Porque kerygma e uma palavra de origem grega que quer dizer ,primeiro anuncio de Jesus vivo ;morto e ressuscitado,também significa.proclamar ,gritar ,anunciar Jesus as pessoas ,principalmente quem ainda não ouviu falar de Jesus, como já disse kerygma e o primeiro anuncio de Jesus cristo,as pessoas, levar as pessoas a encontrarem Jesus em suas vidas. Amados irmãos nos tempos de hoje são muitos os desafios para anunciar o kerygma as pessoas. Muito mais do que ha. 2000 anos atrás ,porque a modernidade tem levado as pessoas a uma vida descartável e pratica no sentido de ser o mais e simples e rápido possível, portanto amados e amadas em cristo aqui vc vai encontrar uma escada q vai ti ajudar a chegar a Jesus em teu dia dia,degraus q iras semanalmente subir em tua vida espiritual deus te abençoe

FONTE, Escola da Fé Concilio Vaticano II


CONCILIO VATICANO II

ORAÇÃO DO PAPA JOÃO XXIII NO CONCÍLIO VAT II

“Repita-se no povo cristão o espetáculo dos apostólos reunidos em Jerusalém, depois da ascensão de Jesus ao céu, quando a Igreja nascente se encontrou reunida em comunhão de pensamento e de oração com Pedro e em torno de Pedro, pastor dos cordeiros e das ovelhas.

Digne-se o divino Espírito escutar da forma mais consoladora a oração que sobe a Ele de todas as partes da terra. Que Ele renove em nosso tempo os prodígios como de um novo Pentecostes e conceda que a santa Igreja, permanecendo unânime na oração, com Maria, a Mãe de Jesus, e sob a direção de Pedro, dilate o reino do divino Salvador, reino de verdade e de justiça, reino de amor e de paz. Amém.”

Papa Bento XVI nos 40 anos (2005)

Há quarenta anos, no dia 8 de Dezembro de 1965, na Praça diante desta Basílica de São Pedro, o Papa Paulo VI concluiu solenemente o Concílio Vaticano II. Ele tinha sido inaugurado, segundo a vontade de João XXIII, no dia 11 de Outubro de 1962, então festa da Maternidade de Maria, e teve o seu encerramento no dia da Imaculada. Uma moldura mariana circunda o Concílio. Na realidade, é muito mais do que uma moldura: é uma orientação de todo o seu caminho.

No seu discurso por ocasião da promulgação da Constituição conciliar sobre a Igreja, Paulo VI tinha qualificado Maria como "tutrix huius Concilii" "protectora deste Concílio"

Permanece indelével na minha memória o momento em que, ouvindo as suas palavras: "Mariam Sanctissimam declaramus Matrem Ecclesiae" "declaramos Maria Santíssima Mãe da Igreja", espontânea e repentinamente os Padres se levantaram das suas cadeiras e aplaudiram de pé, prestando homenagem à Mãe de Deus, à nossa Mãe, à Mãe da Igreja. Efectivamente, com este título o Papa resumia a doutrina mariana do Concílio e oferecia a chave para a sua compreensão.

«Maria velou com maternal cuidado pelos pontificados de meus venerados predecessores, cada um dos quais guiou a barca de Pedro pela rota da autêntica renovação conciliar, trabalhando incessantemente pela fiel interpretação e execução do Concílio Vaticano II».

O Concílio Vaticano II devia expressar-se acerca dos componentes institucionais da Igreja: sobre os Bispos e sobre o Pontífice, sobre os sacerdotes, os leigos e os religiosos na sua comunhão e nos seus relacionamentos; devia descrever a Igreja a caminho que, "contendo pecadores no seu próprio seio, (é) simultaneamente santa e sempre necessitada de purificação..." (Lumen gentium, 8).

Sobre a importância do Concílio Vaticano II, disse o Papa João Paulo II, em 15/10/1995:

“O Concílio Ecumênico Vaticano II quis ser um momento de reflexão global da Igreja sobre si mesma e sobre as suas relações com o mundo. A essa reflexão impelia-a a necessidade de uma fidelidade cada vez maior ao seu Senhor. Mas o impulso vinha também das grandes mudanças do mundo contemporâneo, que, como “sinais dos tempos”, exigiam ser decifradas à luz da Palavra de Deus.

Foi mérito de João XXIII não só ter convocado o Concílio, mas também ter-lhe dado o tom da esperança, tomando as distâncias dos “profetas de desventura” e confirmando a própria e indômita confiança na ação de Deus.

Graças ao sopro do Espírito Santo, o Concílio lançou as bases de uma nova primavera da Igreja. Ele não marcou a ruptura com o passado, mas soube valorizar o patrimônio da inteira tradição eclesial, para orientar os fiéis na resposta aos desafios da nossa época.

À distância de trinta anos, é mais do que nunca necessário retornar àquele momento de graça.

Como pedi na Carta Apostólica Tertio milennio adveniente (n.36) entre os pontos de um irrenunciável exame de consciência, que deve envolver todas as componentes da Igreja, não pode deixar de haver a pergunta: quanto da mensagem conciliara passou para a vida, as instituições e o estilo da Igreja. Já no Sínodo dos Bispos de 1985 [sobre o Concílio] foi posto um análogo interrogativo. Ele continua válido ainda hoje, e obriga antes de mais a reler o Concílio, para dele recolher integralmente as indicações e assimilar o seu espírito... A história testemunha que os Concílios tiveram necessidade de tempo para produzir os seus frutos. Contudo, muito depende de nós, com a ajuda da graça de Deus. “ (L’Osservatore Romano, 15/10/95)

Papa Paulo VI (7 de Dezembro de 1968):

" A igreja atravessa, hoje, um momento de inquietação. Alguns se exercem na auto crítica, dir-se-ia que até na auto demolição. É como se houvesse um revolvimento interior agudo e complexo, que ninguém teria esperado depois do Concílio. Pensava-se que haveria um florescimento, uma expansão serena dos conceitos amadurecidos na grande assembléia conciliar. Existe também esse aspeto na Igreja, existe o florescimento, mas... nota-se mais ainda o aspeto doloroso. A Igreja é golpeada também por quem faz parte dela". .

Paulo VI disse ainda, noutro Discurso:

" Por alguma brecha a fumaça de Satanás entrou no templo de Deus: existe a dúvida, a incerteza, a problemática, a inquietação, o confronto. Não se tem mais confiança na Igreja; põe-se confiança no primeiro profeta profano que nos vem falar em algum jornal ou em algum movimento social, para recorrer a ele pedindo-lhe se ele tem a fórmula da verdadeira vida. E não advertimos, em vez disso, sermos nós os donos e os mestres [dessa fórmula]. Entrou a dúvida nas nossas consciências, e entrou pelas janelas que deviam em vez disso, serem abertas à luz...". " Também na Igreja reina este estado de incerteza. Acreditava-se que, depois do Concílio, viria um dia de sol para a história da Igreja. Em vez disso, veio um dia de nuvens, de tempestade, de escuridão, de busca, de incerteza. Pregamos o ecumenismo, e nos distanciamos sempre mais dos outros. Procuramos cavar abismos em vez de aterrá-los. Como aconteceu isso ? Confiamo-vos um Nosso Pensamento: houve a intervenção de um poder adverso. Seu nome é o Diabo" (Paulo VI, Discurso em 29 de Junho de 1972).
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